21 de jan de 2011

postagem de Rio Branco atrasada

Taquaras, tabocas, urtigas, tashis (formiga braba vermelha), aranhas, mosquitos, pernilongos, borboletas com vários desenhos nas asas, mosquitos esquisitos, cabas (um tipo de vespa) igarapés e riachos no meio do caminho. Tendo que atravessar pisando em troncos de madeira podre caídos, comendo uricuri, vendo um urubu-rei. (passando também por capim, capoeira e fazenda no meio do percurso).
Cheirando rapé de verdade, rapé que o índio usa, e vomitando tudo num trabalho de limpeza, suando frio (desde a Ayahusca). Experimentando pela primeira vez. Foi tudo muito bom...
Sinto esse processo de vomito e tontura, limpando o corpo das toxinas dos dias “civilizados”. Expurgando as doses de desconfiança inoculadas pela “civilização”...ou algo assim. Estava inerte antes de vomitar.
5h de caminhada roots na mata. Trilhas abertas e fechadas. Nunca me senti tão vivo.

“Meu povo acorda, ficar dormindo é poeira na estrada, sou da floresta e também do mar, a lua é grande, encante Iemanjá”

Pedro Bacellar

Um comentário:

LePegoraro disse...

Boa noite! Eu vi em um dos posts uma parte de uma musica que so ouvi em trabalho, que eh a "meu povo acorda, ficar dormindo eh poeirar na estrada..." E queria saber se vc sabe de quem eh, ou quem canta, ou ainda se voce teria essa musica para comartilhar... Se puder mandar p meu email, eh lepegoraro@gmail.com... Agradeco muito mesmo! Abc!